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Brasil

Darlan, criminoso mais procurado do CE, morre em confronto com policiais do Rio de Janeiro

Alban Darlan Batista Guerra (“Darlan”) morreu em um confronto com a polícia do Rio de Janeiro, no bairro Gardênia Azul, no lado oeste da capital do Rio de Janeiro

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Mceara.News 2020.07.31 09 35 36

O traficante Alban Darlan Batista Guerra, conhecido como ‘Darlan’, foi morto nesta sexta-feira (31), em um confronto com policiais civis do Rio de Janeiro.

Ele era chefe de uma facção criminosa que comandava o tráfico de drogas na cidade de Caucaia, Região Metropolitana de Fortaleza.

Segundo informações da Secretaria da Segurança Pública do Ceará (SSPDS-CE), Darlan foi encontrado em um imóvel no bairro Gardênia Azul, na zona oeste do Rio de Janeiro. Darlan foi baleado, não resistiu aos ferimentos e morreu. Uma pistola e um carro de luxo foram apreendidos na ação policial.

Darlan tinha um extenso histórico de homicídios e outros crimes. O homem era suspeito de ter assassinado um policial aposentado, o próprio cunhado e pelo menos outras seis pessoas.

O Governo do Estado oferecia recompensa de R$ 10 mil a quem fornecer informações que o levassem para prisão.

Conforme a Secretaria da Segurança Pública, a vítima mais recente de Darlan foi Francisco José da Silva Barros, de 30 anos, com antecedentes criminais por tráfico de drogas, receptação e formação de quadrilha. Francisco José agrediu a própria mulher, irmã de Darlan, o que motivou o assassinato.

Assassinatos

Em 2017, o criminoso foi denunciado pelo Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), pelo assassinato de José Nilson de Abreu Oliveira, em 20 de janeiro. Conforme a instituição, a vítima foi morta a tiros em frente a casa de Darlan.

Em maio de 2019, dois irmãos também foram mortos em crime com a participação de Darlan, conforme depoimento de Heldervan Barbosa do Nascimento, considerado braço de direito do chefe de facção.

A participação de Darlan na morte duas mulheres e um outro homem, identificados como Ana Karina Soares Moreno, Margarida Maria de Oliveira e Ivanildo Pinto Lima, é investigada pela Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE). Os crimes ocorreram entre 2016 e 2017

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